PET Challenge 2022: uma parceria entre empresa e universidade

PET Challenge 2022: uma parceria entre empresa e universidade

O que é o PET Challenge?

O PET Challenge é um evento realizado pelo Programa de Educação Tutorial de Engenharia Elétrica (PET EEL) da UFSC em parceria com a Aquarela Analytics. É o resultado da união entre empresa e universidade.

Qual o objetivo?

Esse tipo de evento tem como objetivo o desenvolvimento de novas soluções e ideias para qualquer problema, distanciando-se da implementação e focando na ideação. Esse tipo de evento tem como objetivo de desenvolver os alunos ao pensarem colaborativamente sobre a resolução de problemas complexos reais com foco na ideação.

Como e quando será?

Ele dar-se-á no formato totalmente online nos dias 06, 07 e 08 de maio, nos moldes de um Ideathon. 

Por meio de um ambiente digital e energético, com palestras, workshops e mentores, as equipes irão correr contra o tempo em busca de desenvolver a melhor proposta e levar o prêmio para casa. Não somente isso, os participantes terão a oportunidade de ampliar seu networking, aproximar-se do mercado de trabalho e principalmente de desenvolver seus talentos (hard e soft skills).

Qual a importância do evento?

A partir de uma ideia ousada, criou-se um evento inédito para estimular os estudantes a pensar/agir de forma crítica sobre questões de Objetivos de Desenvolvimento Sustentável do Brasil e do mundo. Dessa maneira, além de criar soluções inovadoras nesses três dias, todos estarão inseridos em um ambiente conscientizador, que contribuirá positivamente para a formação de cidadãos mais conscientes e preparados para construir um mundo melhor e mais inteligente com base em dados e ciência.

E a importância da parceria entre empresa e universidade?

As universidades brasileiras seguem um princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, traduzidos em ações de capacitação dos estudantes, de produção e compartilhamento do conhecimento com a sociedade.

Nesse contexto, a parceria entre empresa e universidade impulsiona o desenvolvimento e a inovação. É enriquecedora a interação contínua de formação e recrutamento de talentos do ambiente acadêmico na resolução de problemas reais da sociedade em direção à chamada indústria 4.0. Essa proximidade proporciona vantagens competitivas para as organizações. Ela contribui para dar mais visibilidade às empresas, pois os estudantes tornam-se profissionais que, provavelmente, terão preferência ou familiaridade por ela por já conhecerem sua cultura e valores desde a graduação. 

Para efetuar essa aproximação com o ambiente acadêmico, um bom caminho é contatar as equipes de capacitação de uma universidade, como PET’s, empresas juniores e equipes de competição. Esses grupos possuem um canal estabelecido de marketing com os estudantes (pelas redes sociais e presencialmente) e, portanto, conseguem divulgar eventos, processos seletivos e/ou banco de talentos com maior facilidade. No caso dos PET’s, eles seguem o mesmo escopo da educação brasileira, desenvolvendo projetos de pesquisa, ensino e extensão. 

O Diretor de Expansão Digital da Aquarela Analytics, Joni Hoppen, ressalta a importância da parceria entre empresa e universidade para o setor de tecnologia e  inovação:

“A falta de profissionais fluentes em áreas analíticas do Brasil (apesar de suas 211 milhões de cabeças) não pode ser considerada um apagão de mão de obra, já que muitas dessas lâmpadas nunca sequer acenderam.  Esse tipo de parceria é algo novo e importante. Seja pela educação deficitária ou pelo alto grau de inovação que obriga a criar coisas novas todos os dias, o fato é que existe um desafio compartilhado entre as empresas, escolas e institutos de desenvolver talentos em pleno voo. Neste projeto – PET Challenge 2022 – estamos fazendo nossa parte e é muito bom saber que não estamos sozinhos.”

O que é o PET EEL?

O PET EEL, que está organizando o evento Pet Challenge, em parceria com a Aquarela Analytics, abrange os cursos de Engenharia Elétrica, Eletrônica, Produção Elétrica e Controle e Automação. Seus projetos de pesquisa envolvem eletrônica de potência, mercado livre de energia, eletromagnetismo, sistemas embarcados,  inteligência artificial e outros tópicos. 

E aí, que tal participar deste desafio? Inscreva-se agora no PET Challenge 2022.

Quem é a Aquarela Analytics?

A Aquarela Analytics é pioneira e referência nacional na aplicação de Inteligência Artificial na indústria e em grandes empresas. Por meio da plataforma Vortx e da metodolgia DCIM (Download e-book gratuito), atende clientes importantes, como: Embraer (aeroespacial), Scania e Grupo Randon (automotivo), SolarBR Coca-Cola (alimentício), Hospital das Clínicas (saúde), NTS-Brasil (óleo e gás), Votorantim (energia), dentre outros. Fique atento às novas publicações diárias da Aquarela Analytics no Linkedin e assinando a nossa Newsletter mensal! 

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Precificação no mercado automotivo com o uso de IA

Precificação no mercado automotivo com o uso de IA

O objetivo de toda empresa é vender um produto, seja em forma de serviço, seja um produto físico ou digital. Precificar produtos é um desafio para diversas empresas, pois são inúmeras variáveis que exigem um olhar atento ao mercado de maneira contínua. O mercado automotivo não se difere desse contexto, já que há uma extensa variedade de fatores que dependem de uma difícil interpretação para realizar a ação de precificação. Além disso, prever a demanda nesse mercado não é uma tarefa simples, pois a compra de um produto pode estar associada a uma troca inesperada, e não à oportunidade da compra do produto devido ao preço.

O que é um sistema de precificação?

A venda de um produto nada mais é do que a troca do mesmo por um valor financeiro. Quem compra considera que o valor agregado do produto vale mais do que o dinheiro, e quem vende vê maior serventia ao dinheiro. Encontrar o equilíbrio é conhecido como precificação, isto é, saber identificar qual o valor que ambos os lados estão dispostos a trocar.

A precificação de um produto pode se mostrar complexa ao envolver uma abundância de variáveis, como: custo de fabricação, público-alvo, concorrência e, em certos casos, a região onde está sendo vendido. Assim, torna-se necessário o uso de sistemas que consigam avaliar todas essas condições no momento de efetuar uma boa precificação.

Qual a importância da precificação?

A precificação é um aspecto muito importante para uma empresa conseguir vender seu produto. Existem dois principais métodos para o processo de precificação: o aumento da margem de lucro e o aumento das vendas do produto. Embora essas abordagens se assemelhem, elas são muito diferentes.

O aumento da margem de lucro é uma estratégia bastante utilizada quando a empresa já tem seu produto consolidado no mercado. É diante desse cenário que encontrar, na relação preço/demanda, o ponto de maior lucratividade possível é fundamental.

De outro modo, o aumento das vendas pode ser traduzido como inserção no mercado. Assim, para atingir esse objetivo, a empresa abre mão de uma parte dos lucros para impulsionar as vendas e melhor inserir seu produto no mercado.

Há uma gama de outras estratégias que objetivam atender aos requisitos de negócios das empresas, que podem, inclusive, mesclar as duas exemplificadas acima. Uma empresa que não possui um processo e estratégias de precificação fica à mercê de preços de seus concorrentes. Esse caso aponta a relevância da precificação.

Precificação no mercado automotivo

Os desafios do processo de precificação no mercado automotivo são extensos. Um exemplo é a quantidade de variáveis a serem analisadas, como: fabricante, modelo do automóvel, qualidade da peça, procedência, montadoras, demanda, região do país, etc. Esses aspectos devem ser analisados para cada peça, o que demanda um longo trabalho para realização de todas as análises necessárias para precificar corretamente uma peça.

Tendo em vista que, no setor automotivo, a quantidade de peças pode ultrapassar centenas de milhares de SKUs (Stock Keeping Unit), compreende-se a dificuldade do processo. Sendo assim, mostra-se necessário uma análise muito detalhada que pode demorar muito para realização manual ou sem o uso de um modelo de IA.

Como a IA ajuda no processo de precificação?

O processo de precificação começa com a análise prévia dos dados e do produto. Logo após, utilizam-se modelos matemáticos e técnicas de IA e machine learning visando atender os requisitos de negócios dos clientes, possibilitando a análise de todas as variáveis para fazer a precificação. Por fim, o modelo recomenda um preço para aquela peça de acordo com a estratégia adotada. 

IA no mercado automotivo

Leia também: Características e oportunidades com o uso de IA no setor automotivo

Precificação no mercado automotivo – Conclusões

A precificação, apesar de uma tarefa trabalhosa, é de suma importância para o desenvolvimento de uma empresa. Os benefícios são diversos, como: maior inserção no mercado, aumento das margens de lucro, controle de gastos, entre outros. Buscar o melhor processo de precificação para sua empresa é um esforço necessário e valioso. Almejando maior eficiência e eficácia para esse sistema, o acompanhamento das mudanças e vantagens que a tecnologia de IA oferecem são pertinentes. O Aquarela Tactics possui um módulo de precificação que pode auxiliar a sua empresa a atingir seus objetivos.

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Setor automotivo: características e oportunidades com IA

Setor automotivo: características e oportunidades com IA

O setor automotivo ou automobilístico é um dos principais setores da economia mundial que está em processo de profunda transformação devido ao processo de eletrificação, digitalização e a introdução dos conceitos de indústria 4.0 e Web 3.0. A partir disso, levantamos um panorama dessa área e oportunidades desse novo cenário para profissionais de planejamento de médias e grandes empresas brasileiras. Confira no artigo.

A dinâmica do setor automotivo

O setor automotivo é de grande importância para a economia do Brasil e do mundo. Ele se encontra em um cenário de recuperação em relação aos impactos da pandemia do Coronavírus, que gerou reduções de até 40% no faturamento do setor em 2020.

No contexto global ou mesmo brasileiro, o setor automotivo é composto por uma cadeia de valor bastante complexa, com uma grande quantidade de empresas em diferentes etapas, que vão desde a concepção de novos produtos até o consumidor final.

A visão dos gestores das grandes empresas do setor apontam para uma intensa eletrificação da frota. Esse processo já foi iniciado na Europa e na América do Norte. No Brasil, espera-se que essa onda transformadora chegue com a mesma intensidade, mas em um prazo de até 10 ou 15 anos.

Junto à eletrificação da frota está a transformação da indústria, que caminha para a sua quarta geração, conforme a imagem abaixo.

As gerações da indústria

Como vemos, o novo cenário demandará um planejamento estratégico que dê suporte à interação das máquinas físicas com o conhecimento coletivo gerenciado por sistemas de informação inteligentes, conectados via dispositivos de Internet das Coisas (IOT), em redes de alta velocidade e disponibilidade 5G.  

Contexto brasileiro

Segundo IBGE, a frota automotiva do Brasil já ultrapassou a barreira dos 100 milhões. Isso mostra uma clara tendência de crescimento no tamanho total da frota brasileira e também da população. Essa frota inclui automóveis (58 milhões), caminhões (2.8 milhões), motos (23 milhões) e várias outras categorias. Abaixo, segue uma visualização proporcionalizada do mercado. 

Na sequência, fizemos um comparativo do crescimento populacional brasileiro em relação ao crescimento da frota. Nesta análise, utilizamos a escala logarítmica para evidenciar o descompasso do crescimento entre a população, que segue em uma tendência linear, e a frota, a qual experimenta alguma exponencialização. 

Frota total do Brasil 2006-2020 (Fonte IBGE).

Entre os anos 2010 e 2015, houve um crescimento exponencial de novos veículos. De 2015 em diante, o crescimento ainda é positivo, entretanto mais moderado. Hoje temos um cenário com veículos mais velhos devido à diminuição do incremento de novos veículos. Isso foi causado tanto por efeitos do dólar valorizado e juros altos como também pela escassez de semicondutores

Além desses pontos, é possível também delinear a complexidade (explosão combinatória) que existe na operação das empresas do setor automotivo e autopeças. Abaixo, apresentamos afirmações consideradas chave na descrição do cenário atual, e que posteriormente podem ser validadas ou refutadas por análise técnica de dados.

DesafioSoluções na Indústria 4.0
Empresas com operações comerciais de abrangência nacional com grande número de representantes comerciais utilizando diferentes políticas tanto no comércio tradicional como nos sistemas de e-commerce; A envergadura das operações geram departamentalizações que, por sua vez, tendem a gerar silos de informação com indicadores não integrados, compartilhados ou até duplicados e/ou incoerentes com uso intensivo de planilhas Excel; Na indústria 4.0, os projetos analíticos de sucesso são, em grande parte, resultado de atividades geridas por métodos ágeis altamente colaborativos, que podem ser acelerados com a contratação de empresas especialistas em dados (Ler artigo).
Grandes operações necessitam inicialmente de processos de Dicionarização de dados (ler artigo) capazes de democratizar o entendimento (a harmonização) das informações em todos os níveis de decisão. Isso permite então a execução de projetos de integrações de sistemas transacionais e analíticos (ler artigo) de forma coerente e em parceria com os especialistas da área de tecnologia da Informação
A demora e a complexidade na precificação impactam negativamente no fechamento de negócios. Isso ocorre devido às operações com grande quantidade de itens (SKUs ou part numbers), com diversas categorias de produtos definidas internamente e que podem variar de produtos com alto e baixo desgaste, valor, margem e frequência de compra; As atividades de precificação, desde a mais estática e simples até a precificação dinâmica inteligente, estão intimamente ligadas ao nível de maturidade de dados que evolui em paralelo aos novos métodos de sistema e ao stack tecnológico, como apresentado no caso da precificação do metrô de Londres, apresentada neste artigo.
Forte influência de aspectos regionais (economia/clima/cadeia produtiva) nas demandas de peças;Os aspectos regionais podem ser melhor abordados com o uso de dados e inteligência artificial para prever cenários e fazer recomendações de produtos de forma cada vez mais personalizada e assertiva. Abaixo, estes dois artigos apresentam com detalhes o processo de desenho da previsão de demanda com analytics: 
O desafio da previsão de demanda na visão da Aquarela – Parte 1 (link).
O desafio da previsão de demanda na visão da Aquarela Analytics – Parte 2 (link)
Alto custo de pessoal e tempo na concepção de novos produtos e peças. O uso de algoritmos e metodologias de simulação inovadores com base em dados pode ajudar a reduzir os tempos e a qualidade da concepção de novos produtos. Leia o artigo.
O baixo grau de exploração de SKUs por unidade de negócio impacta negativamente no volume de vendas;A exploração profunda do histórico dos Skus está bastante ligada ao nível de maturidade analítico e de governança de dados da organização (ler artigo) e à disponibilidade de talentos treinados tanto do ponto de vista de negócio como também de tecnologias robustas de análise, capazes de cruzar combinações de produtos e dados de mercado em grande escala. 
Faltam dados e visão de mercado para a criação de visualizações de market share para cada categoria de produtos para cada região. Mais dados de mercado e estratégia de analytics podem acelerar e melhorar a definição da persona de vendas e consequentemente a identificação dos canais ótimos e prioritários de ação comercial para conquista de novos clientes. Times de analytics internos ou externos têm um papel fundamental na definição da estratégia da análise, agrupamento das informações internas e externas até chegar aos indicadores de market share regionalizados de forma acurada. Já publicamos um Business Case no setor de aftermarketing (peças de reposição), que está disponível em link



Dificuldade de formação de times analíticos de alto desempenho com perfis complementares que cobrem desde a área técnica de sistemas até a área de negócio. As empresas de inteligência artificial e IOT focadas na indústria podem servir de apoio em cenários de transformações rápidas, pois possuem times já formados e metodologias consistentes de testes. Leia também: Como escolher o melhor fornecedor de Data Analytics e Inteligência Artificial?

Setor automotivo: características e oportunidades com IA – Conclusões

Neste artigo, apresentamos as evoluções da indústria na história, a qual aponta para um futuro com maior automação de processos.

O setor automobilístico é grande. Isso gera dificuldades para a gestão, que necessita de apoio de sistemas especialistas em dados, principalmente com a previsão de crescimento contínuo da frota. 

A fragmentação da produção e a distribuição das peças geram complexidades nos processos da cadeia de valor como um todo. Entretanto, elas podem ser otimizadas com o uso de ferramentas e estratégias de dados que envolvam desde novas políticas de governança da informação até sistemas inteligentes de recomendação de preço.

Todas as empresas e todos os setores serão transformados por uma grande transição nunca vista antes. Ela estará voltada para a redução de emissão de carbono e para a digitalização do fluxo de informação. Em ambos os cenários, a indústria automotiva precisa encontrar os líderes que irão estar à frente dessa mudança! 

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Os nossos cinco melhores artigos de 2021

Os nossos cinco melhores artigos de 2021

O ano de 2021 foi um ano de muito trabalho e também de muitas conquistas para a Aquarela Analytics. No Marketing, por exemplo, seguimos nos dedicando a produzir conteúdo de valor para você que nos acompanha, desde artigos até materiais educativos. E foi graças a isso que alcançamos novos leitores no blog da Aquarela e batemos o recorde de acessos em nosso site. Em 2022, prometemos ainda mais conteúdo de qualidade relacionados à Inteligência Artificial, Data Analytics e às tendências desse mercado. Entretanto, antes disso, vamos relembrar os nossos melhores artigos de 2021. Confira. 

1 – Previsão de demanda: tudo o que você precisa saber sobre o tema

Em 2021, o queridinho do blog foi o artigo em que apresentamos as principais informações sobre a previsão de demanda, abrangendo o seu conceito, a importância dela, os impactos nos negócios e a sua evolução ao longo da história.

No texto, mostramos que a previsão de demanda é um desafio que as empresas precisam enfrentar para conseguir tomar decisões assertivas e assim gerar melhores resultados. Ela é uma atividade essencial para o planejamento das empresas, pois gera diversos benefícios, os quais também abordamos no post. Leia aqui. 

2 – 5 filmes sobre mulheres cientistas

O segundo colocado no ranking dos posts da Aquarela mais lidos em 2021 foi o artigo 5 filmes sobre mulheres cientistas. Nesse post, recomendamos 5 filmes (histórias reais e também de ficção) que mostram a força e a persistência das mulheres cientistas. Cada filme apresentado retrata de alguma maneira a trajetória de mulheres fortes lutando contra o preconceito para conquistar o reconhecimento em sua área de atuação. Vale a pena não só conferir esse post, mas também assistir aos filmes indicados. 

3 – Tipos de estratégia de precificação dinâmica

Qual é a essência da precificação e seus principais componentes? Quais os benefícios das ferramentas de analytics em cada componente de precificação? Quem são os responsáveis pela precificação e por que esta definição é relevante? A precificação é relevante apenas para quem precifica? 

 Para responder esses questionamentos, escrevemos o artigo Tipos de estratégias de precificação dinâmica. Nele apresentamos aspectos fundamentais à estratégia de precificação dinâmica e outros pontos de interesse aos profissionais de gestão que atuam na busca do melhor preço com apoio de Analytics e Inteligência Artificial. 

4 – Impactos do home office na saúde mental

A pandemia impôs ao mundo novas formas de viver, dentre elas a necessidade do home office. Essa novidade gerou impactos em diversos aspectos, dentre eles os ocasionados na saúde mental das pessoas. 

Devido à importância desse assunto, não nos surpreendemos que o artigo Impactos do home office na saúde mental tenha sido um dos queridinhos do ano, ocupando a quarta posição em nosso ranking dos artigos de 2021 mais lidos nesse ano.

5 – O papel da IA na previsão de demanda na indústria alimentícia

E por último em nosso ranking, mas não menos importante, está o artigo O papel da IA na previsão de demanda na indústria alimentícia.

Nesse artigo, apresentamos as principais características da operação de previsão de demanda no setor de alimentos. Além disso, abordamos, com base nas experiências da Aquarela, o papel da estruturação de Analytics e IA na previsão de demanda, temas de destaque e que são um desafio para os gestores, matemáticos e cientistas de dados. Vale a pena a leitura.

Os cinco melhores artigos de 2021 – Considerações finais

Esperamos que você tenha gostado de conhecer os 5 melhores artigos da Aquarela de 2021 e que o nosso blog esteja agregando à sua carreira ou ao seus negócios. Conforme prometemos, em 2022, seguiremos preparando os melhores conteúdos relacionados à Inteligência Artificial e ao Data Analytics. Então, continue nos acompanhando. Até a próxima.

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Impactos do home office na saúde mental

Impactos do home office na saúde mental

A pandemia impôs ao mundo novas formas de viver, dentre elas a necessidade do trabalho remoto, o que acabou pegando a todos de surpresa e ainda está demandando formas de adaptação. Os impactos são visíveis em diversos aspectos, dentre eles os ocasionados na saúde mental das pessoas. Dessa forma, precisamos refletir sobre isso e o mês do Setembro Amarelo mostrou-se a oportunidade perfeita.

Um novo modelo de trabalho

O home office vem dividindo opiniões, visto que as pessoas o estão vivenciando de formas diferentes. Enquanto muitos se adaptaram perfeitamente e temem a volta do trabalho presencial, outros não conseguiram se adequar ou gostariam de trabalhar de forma híbrida. Os que se adaptaram alegam que houve uma maior otimização do tempo, já que muitos sofriam com a locomoção até a empresa, fato comum em grandes centros urbanos, bem como um aumento da produtividade. Por outro lado, os que não se adaptaram argumentam que o modelo casa – escritório aumentou a carga de trabalho, dificultou o relacionamento e a comunicação com a equipe.

Ainda com relação aos que não se adaptaram com as rotinas do home office, podemos mencionar uma pesquisa realizada pelo Linkedin, a qual ouviu 2 mil pessoas e indica que 39% dos entrevistados sentem-se solitários, 30%  se queixaram de estresse ocasionado pela ausência de momentos de descontração junto aos colegas de trabalho, 20% relataram sentirem-se inseguros, pois o trabalho a distância dificulta para que obtenham notícias sobre os que está ocorrendo com a empresa e com a equipe, 24% queixaram-se de dificuldade em desligar-se do trabalho após o final do expediente e 18% apresentaram insegurança frente à possibilidade de perder o emprego. O medo da demissão colaborou para um aumento da neurose pela excelência, uma vez que cresceu a cobrança pelo alto desempenho.

Home office e saúde mental

Além de impactar a vida pessoal, a adoção do modelo home office trouxe um alerta para o cuidado com a nossa saúde mental e um questionamento: como estamos lidando, desde então, com a rotina de trabalho, casa, filhos? Afinal, tudo passou a concentrar-se em um só lugar. A casa, que antes era um local de descanso, tornou-se também ambiente de trabalho.  

O fato é que a pandemia associada ao home office impactou homens e mulheres. Isso que podemos observar a partir da pesquisa realizada pela Universidade do Sul da Califórnia, a qual constatou que a maioria das pessoas que migraram para o home office tiveram problemas de saúde devido à mudança. Cerca de 64% apresentaram problemas físicos, e 75%, mentais. Os resultados, publicados no Journal of Occupational and Environmental Medicine, mostraram que as jornadas aumentaram cerca de 1,5 hora por dia. A maior parte dos trabalhadores diminuiu a sua satisfação com o emprego e relatou aumento de dores físicas, especialmente no pescoço, depois que passou a trabalhar de casa. 

No que diz respeito às mulheres, os impactos foram ainda maiores, principalmente com relação às que são mães. Estas tiveram sua jornada triplicada, visto que estão tendo que conciliar trabalho, afazeres domésticos e cuidados com os filhos. No entanto, essa realidade já está melhorando com o avanço da vacinação e o retorno das aulas presenciais. Ainda sobre esse tema, uma pesquisa realizada pela USP (Universidade de São Paulo) demonstrou que, entre o público feminino e masculino que participou da pesquisa, as mulheres corresponderam a 40,5% dos sintomas de depressão, 34,9% de ansiedade e 37,3% de estresse. 

Como as empresas podem contribuir para amenizar tais impactos?

Diante dos aspectos levantados acerca dos impactos do home office na vida das pessoas, listamos algumas sugestões de como as empresas podem auxiliar nesse atual cenário.

  • A empresa pode proporcionar momentos de interação entre os colaboradores, no intuito de descontrair e estimular as interações sociais, ainda que seja de forma remota;
  • Disponibilizar todo o suporte de equipamentos para que o colaborador possa executar suas tarefas de forma ergonômica;
  • A área de People deve estar aberta, atenta e disponível para conversas sobre o home office, e sobre como os colaboradores estão se sentindo, de modo que seja possível viabilizar formas de suporte frente às demandas; 
  • No intuito de amenizar a ansiedade frente ao medo dos colaboradores em perder o emprego, a empresa deve adotar uma postura transparente, e com constantes feedbacks, a fim de que as expectativas de ambos os lados estejam alinhadas;
  • Com o objetivo de diminuir os impactos da sobrecarga, as empresas podem adotar uma postura que estimule o cumprimento de uma jornada de trabalho saudável e flexível.

O que nós, enquanto colaboradores, podemos fazer para suavizar os impactos do home office?

Claro que as empresas possuem um papel importante para amenizar os impactos do home office na saúde mental, porém é primordial que também exista um esforço por parte dos colaboradores para manter uma rotina de trabalho em que o início e o término da jornada respeitem o princípio de uma carga horária saudável. Destacamos aqui a importância de criar rituais e rotinas que tenham como objetivo distinguir o trabalho das demais atividades, já que este tomou o espaço do lar. Para auxiliar na divisão das tarefas, uma sugestão é separar um local em casa que sirva de escritório, criando assim maior delimitação de espaços. Caso seja possível, organize seu ambiente de trabalho de uma forma ergonômica, evitando possíveis dores e problemas futuros.

Outra sugestão importante é adotar a prática de atividades físicas regulares, sejam elas ao ar livre ou em academias, pois tais atividades contribuem com o bem-estar mental e proporcionam momentos de interação social. Ter uma alimentação balanceada e beber a quantidade adequada de água também são dicas valiosas, já que o trabalho remoto pode contribuir para a adoção de hábitos alimentares prejudiciais. 

A relação com o trabalho

O trabalho é uma das principais formas de interação com o mundo, por meio dele somos capazes de transformar o meio ao qual pertencemos e essa, além de outras, é uma capacidade que nos diferencia de outros animais. Sendo assim, precisamos ressignificar nossa relação com ele, de modo que carregue consigo aspectos prazerosos, e não de sofrimento.

Para ressignificar é preciso fazer o uso de processos regulatórios dos modos de pensar, sentir e agir em relação ao trabalho. Essa autorregulação pode ocorrer de forma automática (inconsciente) ou consciente, contribuindo para um maior bem-estar físico e emocional.  O ponto de partida para ela é a reflexão acerca de suas condições atuais de trabalho e, em seguida, identificar quais são os pontos que o estão incomodando. Ao refletir, utilizamos nossos recursos cognitivos, emocionais e comportamentais, além de compreender melhor a situação que estamos vivenciando, evitando que ocorra o adoecimento mental e o surgimento de sintomas. 

Leia também: Setembro Amarelo na visão da Aquarela Analytics

Impactos do home office na saúde mental – Considerações finais

O fato é que o home office veio para ficar. Desse modo, é preciso compreender que o trabalho remoto possui algumas particularidades que o modelo presencial não tem. Sendo assim, é importante reconhecer as nossas próprias limitações perante a essa condição. Nem sempre temos poder sobre tudo e pensar dessa forma é libertador, contribuindo para diminuir os níveis de ansiedade, fazendo com que a adaptação a essa nova realidade ocorra de forma mais leve. Além disso, pedir ajuda quando sentimos que tem algo de errado ou quando se sente sobrecarregado, é algo de grande valia, pois nem sempre conseguiremos lidar com tudo sozinhos e dividir o peso dos problemas com outras pessoas nos ajuda a viver com mais leveza. 

Cabe salientar a importância e a necessidade de sempre que possível buscar ajuda de um profissional da saúde mental, seja psiquiatra e/ou psicólogo. Lembre-se sempre: está tudo bem não dar conta sozinho, ainda mais no contexto em que estamos vivendo. Invista em você, vale a pena! Por fim, saúde mental é um tema que deve ser discutido não apenas neste mês, porém aproveitamos a visibilidade do Setembro Amarelo para provocar ainda mais essa reflexão.

E você, qual a sua opinião sobre o home office? Deixe o seu comentário.

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Segurança da Informação: Case em Cloud Data Analytics

Segurança da Informação: Case em Cloud Data Analytics

No universo tecnológico, há uma crescente preocupação com a segurança da informação. Houve e ainda há uma migração no modelo de infraestrutura das empresas de on-premise para cloud. Essa mudança levanta alguns pontos de atenção a serem tratados, pois a ubiquidade de uma infraestrutura em nuvem gera um miríade de possíveis falhas, por consequência do aumento do grau de exposição da infraestrutura. Portanto, há uma necessidade de desenvolvimento de diretivas e processos que gerem uma política de segurança da informação nos novos moldes da nuvem.

Case: PSI em empresa de tecnologia

Considere o cenário hipotético a seguir. 

Uma empresa realizou um processo de migração de sua infraestrutura para a nuvem recentemente, concluído com o armazenamento dos respectivos dados de vendas alimentícias em um serviço de repositório de arquivos. Lá estão dados de vários setores da empresa: planilhas de vendas, planilhas de custos, recibos e notas fiscais, dados de colaboradores, bem como outros documentos de suma importância para seu funcionamento. Entre eles, alguns são enquadrados na LGPD, pois são informações de pessoas físicas, gerando assim um grau de sigilo extra para com os dados.

Avaliando esse cenário, é possível verificar a distinção de dois tipos de dados: dados pessoais e dados empresariais. No primeiro caso, há a necessidade de um termo de consentimento por parte do titular do dado e declaração de motivação/finalidade do armazenamento. Já os dados empresariais podem ser utilizados para data analytics, gerando informação que pode ser reutilizada como vantagem competitiva da empresa.

Porém, todo esse tráfego e utilização de informações pelos colaboradores da empresa, mesmo que minimamente, geram implicações com a LGPD. Assim, torna-se necessária a criação da PSI. 

Política de Segurança da Informação

A política de segurança da informação irá reger a forma de tratamento dos dados, bem como a sua utilização, por exemplo:

  • Qual a melhor forma de armazenamento de dados na nuvem?
    Repositório online alocado em um provedor de nuvem com redundância, escalabilidade e disponibilidade próximo de 100%.
  • Qual a melhor forma de gerenciamento do ciclo de vida desses dados?
    Ciclo de vida autogerenciável a partir do momento no qual o dado é carregado no repositório, com política de acesso aos dados mais recentes, sendo movidos após esse período para uma outra forma de armazenamento.
  • Qual a melhor forma de implementação da infraestrutura para gerar a máxima segurança possível para o dado?
    A implementação deve ser preferencialmente realizada em ambiente de fácil acesso ao gerente dos dados. Além disso, é necessário que haja redundância, escalabilidade e disponibilidade de 100% ou o mais próximo disso. Hoje em dia, vários provedores de cloud oferecem serviços de armazenamento de dados com valores acessíveis. Porém, é muito importante realizar uma configuração e gerência dos repositórios de acordo com as melhores práticas do mercado.

Essas e outras questões podem (e devem) ser abordadas na PSI, que como documento rege a Segurança da Informação da empresa e a forma de trabalho dos colaboradores que lidam com os dados (anonimizados ou não) referentes a pessoas físicas/jurídicas ou mesmo dados sensíveis para o negócio.

Segurança da Informação – Conclusões e recomendações

Levando em consideração o exposto, a LGPD e a infraestrutura em Cloud são dois pontos que marcam os novos desafios das empresas de tecnologia da informação. A gerência e armazenamento de dados são de suma importância para o compliance da empresa com as melhores práticas de mercado e regulamentações impostas pelos governos aos setores de tecnologia. Porém, nada disso é possível sem uma sólida implementação de infraestrutura cloud e suas práticas e processos bem definidos de acordo com uma Política de Segurança da Informação robusta e detalhada.

Leia também – Maturidade de dados: da governança ao data analytics.

Quem é a Aquarela Analytics?

A Aquarela Analytics é pioneira e referência nacional na aplicação de Inteligência Artificial na indústria e em grandes empresas. Por meio da plataforma Vortx e da metodolgia DCIM (Download e-book gratuito), atende clientes importantes, como: Embraer (aeroespacial), Scania e Grupo Randon (automotivo), SolarBR Coca-Cola (alimentício), Hospital das Clínicas (saúde), NTS-Brasil (óleo e gás), Votorantim (energia), dentre outros. Fique atento às novas publicações diárias da Aquarela Analytics no Linkedin e assinando a nossa Newsletter mensal! 

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