As 4 invenções preferidas do  time Aquarela

As 4 invenções preferidas do time Aquarela

Para a Aquarela, novembro é o mês da inovação, já que temos várias datas que nos remete para o assunto, como o Dia do Inventor (04/11) e o Dia da Criatividade (17/11). Por isso, pensando em prestigiar essas datas, perguntamos ao nosso time sobre as invenções que mais impactam no dia-a-dia. Como esperávamos, a lista foi grande, entretanto vamos mostrar as mais comentadas (desculpa plástico-bolha, você fica para a próxima).

Criatividade coletiva e indústria

As invenções são a força motriz para o desenvolvimento de uma sociedade. Se formos pensar em aspecto histórico, as revoluções industriais são segmentadas a partir de novas invenções. Nós escrevemos um artigo sobre a Indústria 4.0 e a transformação digital.

Inventar não é somente criar algo do zero, pode ser o aperfeiçoamento do que já existe, seja tecnologia ou processos. Para isso, é necessário conhecimento, tentativas e consequentemente persistência e claro: uma dose de criatividade.

Quando falamos de criatividade, não excluímos processo e método, mas incluímos o uso de conhecimentos e vivências para insights. Por exemplo, a internet, ela não tem um inventor apenas, foram várias pessoas que contribuíram para essa ferramenta que hoje não vivemos sem.

Invenções que amamos

1 – Conexão Wireless

Ninguém consegue viver sem internet hoje em dia, não é mesmo? A tecnologia que permite a conexão à internet sem o uso de cabos foi fundamental para revolucionar a sociedade. 

A conexão wireless surgiu durante a Segunda Guerra Mundial, quando Hedy Lamarr, uma atriz de Hollywood, criou um sistema de comunicação para as Forças Armadas dos Estados Unidos que permitia controlar torpedos à distância, alterando os canais de frequência de rádio para que não fossem interceptados pelo inimigo. Essa invenção foi a base para a invenção do Wi-Fi e também da atual telefonia celular.

Hedy Lamar, inventora da wireless
Hedy Lamarr – Foto: https://www.theguardian.com/film/2018/mar/09/bombshell-the-hedy-lamarr-story-review-alexandra-dean

2 – Ar-condicionado

O inventor que falaremos agora é o queridinho do pessoal nos dias mais quentes, seja para resfriar as máquinas ou refrescar o ambiente. 

O ar-condicionado foi inventado em 1902, pelo americano Willis Carrier. A invenção surgiu a partir da necessidade de resolver os problemas de uma empresa de impressão causados pelo calor do verão de Nova Iorque.

A ideia consistia em retirar a umidade da fábrica fazendo o resfriamento do ar por meio de dutos artificialmente resfriados a fim de controlar a temperatura e a umidade do ambiente. A invenção foi tão boa que logo foi empregada na indústria têxtil.

Willis Carrier - invenções que amamos
Willis Carrier – Foto: williscarrier.com

3 – Compiladores

A americana Grace Hopper foi a inventora do primeiro compilador para linguagem de programação, o que possibilitou a criação do COBOL, a primeira linguagem para uso comercial. Existe uma lenda que ela também cunhou o termo “bug”, após constatar que havia uma mariposa causando problemas dentro de uma máquina.

Ela era/é conhecida como Amazing Grace e era PhD em matemática, Almirante e Analista de Sistemas da Marinha dos Estados Unidos e com certeza deixou um lindo legado para a nossa evolução tecnológica.

Grace Hopper
Grace Hopper – Foto: https://www.space.com/34885-grace-hopper-biography.html

4 – Filtro de café

Sabe qual é a poção mágica que movimenta códigos, criatividade e inovação na Aquarela? O café! Não vivemos sem e para representar, temos uma mulher que utilizou a criatividade para resolver um problema.

Melitta Bentz (1873-1950) estava inconformada com o pó do café que ficava na bebida, então ela fez alguns testes com o papel de mata-borrão que seus filhos usavam na escola.

Deu tão certo que em 1908 ela patenteou a invenção e fundou uma empresa, que conhecemos até hoje. Um salve para essa mulher que proporciona diariamente um café bem feitinho.

Melitta Bentz
Melitta Bentz – Foto: https://www.dw.com/en/melitta-bentz-beating-the-grinds/av-42895873

Concluindo

Com certeza, se fossemos citar todas as invenções que nosso time ama, isso não se chamaria post de blog, mas enciclopédia. Contudo, conseguimos elencar as favoritas e vitais em terras Aquareladas. E assim, esperamos instigar a curiosidade de buscar mais sobre essas pessoas célebres e inventoras, além de outras que impactaram tanto em suas eras e que repercutem até hoje, desde o cafezinho para “debugar” aquele código danado, até o papo cabeça sobre Web Semântica.

Este artigo foi curto, mas muito divertido para escrevermos. Agradecemos a todas pessoas leitoras que chegaram até aqui. Comente abaixo, qual é a sua invenção favorita?

Referências:

Livros: 

1001 invenções que mudaram o mundo – Jack Challoner;

Os inovadores – uma biografia da revolução digital – Walter Isaacson;

Blog: Grace Hopper: A mulher que revolucionou o mundo da computação durante décadas.

Quem é a Aquarela Advanced Analytics?

A Aquarela Analytics é pioneira e referência nacional na aplicação de Inteligência Artificial na indústria e em grandes empresas.  Por meio da plataforma Vortx e metodologia DCIM (Download e-book gratuito) atende clientes importantes como  Embraer, Grupo Randon, Solarbr Coca-cola e outros.

Fique atento às novas publicações da Aquarela Analytics no Linkedin e assinando newsletter

Setembro Amarelo na visão da Aquarela

Setembro Amarelo na visão da Aquarela

Neste mês estamos engajados na campanha para a valorização da vida, trazendo a tona um assunto que deve ser discutido e analisado tanto no contexto da vida pessoal como também profissional.

Neste artigo, apresentamos conceitos do tema e dados estatísticos mais relevantes em nossas pesquisas. Temos o dever de debater o tema para ajudar as pessoas que colorem o nosso país!

Como é entendido o suicídio?

Elaboramos a nossa identidade a partir de relações pessoais, sociais e profissionais e como nos auto-avaliamos em relação ao nosso contexto. Por isso, quando essas visões de identidade são disfuncionais, podem surgir adoecimentos, entre eles a depressão e o pensamento suicida, assim o cuidado com a saúde mental torna-se essencial.

Como nos sentimos afeta tanto a nossa vida privada, quanto profissional. O trabalho representa significados sócio-histórico importantes ao definir o nosso papel dentro da sociedade que ocupamos, como interagimos com o mundo e como as outras pessoas nos veem. 

Assim, o suicídio é um fenômeno complexo e que pode ter diversas determinações, não é simples defini-lo pois a leitura do mesmo é sistêmica. Ele envolve características de aspecto emocional, mental, social e econômica e podemos observar sua presença em todas as culturas e história humana. 

Importante lembrarmos que o indivíduo com ideação suicida é acometido de uma ambivalência de sentimentos, ele não quer morrer, mas quer terminar com a dor psíquica (ou físicas em casos médicos crônicos). Por isso, é necessário o amparo afetivo e psicológico para um tratamento eficaz. O suicídio pode ser prevenido, desde que seja tratado como um caso de saúde pública e haja investimentos em projetos de informação e prevenção. 

Por que temos que falar sobre suicídio?

Como o assunto é visto como um tabu e repleto de preconceitos, o sujeito é visto com estigmas, o que dificulta o pedido de ajuda ou de conversa. Logo, o assunto também costuma ser evitado.

Com o recente isolamento social causado pela pandemia, temos mais presente o sentimento de solidão, com diversas incertezas, excessos de informações, novos formatos de interação (videoconferências, redes sociais) que ameniza, mas não traz aquela sensação boa como é estar cara-a-cara, abraçar e ler o outro de maneira mais próxima. Então, estamos olhando mais para dentro de nós, identificando o que sentimos e é necessário essa abertura para falarmos sobre a nossa saúde mental e entendermos que não precisamos passar por isso sozinhos.

Dados da OMS

Como apaixonados por dados e estatística, buscamos compartilhar alguns dados sobre o tema. Emm síntese, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS):

  • “A cada 40 segundos uma pessoa morre por suicídio”
  • mais de 800 000 pessoas morrem cada ano por suicídio;
  • o suicídio é a segunda principal causa de morte entre jovens com idade entre 15 e 29 anos;
  • considera que apenas 60, dos 172 países membros, enviam dados de boa qualidade, na maioria, nações desenvolvidas;
  • estima-se que 28 países têm estratégias nacionais de prevenção de suicídio;
  • cerca de 75% dos suicídios ocorrem em países de renda média e baixa;
  • os homens de países ricos se suicidam três vezes mais que as mulheres;
  • em países de alta renda o maior índice de suicídio se diz a respeito do abuso de álcool e depressão;
  • 90% dos suicídios podem ser evitados;
  • no Brasil a média é de 6 a 7 mortes por 100 mil habitantes, o que é considerado baixo. Mas este não é um dado muito confiável, pois é preciso melhorar a qualidade dos dados em nosso país.

Inteligência artificial na prevenção ao suicídio

A inteligência artificial (IA) e o poder computacional são duas grandes inovações das últimas décadas. Juntas, essas tecnologias geram  impactos profundos na indústria, logística, sistemas de saúde.  De forma análoga, podem oferecer também a possibilidade de identificar padrões e tendências comportamentais suicidas, guiando as ações de prevenção.

Uma maneira de identificar esses padrões é pelas redes sociais, casos isolados de pessoas que manifestam seus sentimentos em postagens. Neste sentido, a implementação de algoritmos de inteligência artificial e técnicas de analytics podem viabilizar inferências precisas sobre indivíduos que precisam de auxílio. 

O diferencial da abordagem com IA é a capacidade de inferir (descobrir) o comportamento suicida a partir de um volume de dados e de usuários que nenhum humano poderia fazer e ainda ser capaz de gerar alertas de comportamentos em tempo hábil para salvar.  

Joni Hoppen – 2020

Existem muito mais possibilidades com novas tecnologias, com a união de tecnólogos, professores, psicólogos e demais profissionais. Tanto para incluir medidas preventivas e identificar possíveis suicídios, tanto promover um amparo por meio de uma rede de apoio.

Conclusões e recomendações

Desde as escolas até no meio corporativo, o sofrimento mental pode ser silencioso no nosso colega, vizinho ou parente. Por isso, a discussão sobre o assunto estimula a população e instituições a estabelecer estratégias e prevenções, isso inclui iniciativa pública, privada e social.

Para que as pessoas que estão com pensamentos suicidas não tenham vergonha ou medo de procurar um profissional é preciso acolhimento e informação. Por este motivo, é necessário acolher a dor delas, sem julgamentos e preconceitos, mostrando interesse e se dispor presente.

Um dos objetivos de intervenção é recuperar a autoestima, promover o bem-estar mental/emocional e estabelecer vínculos afetivos que possam servir de rede de apoio para o indivíduo e sua identidade.

No Brasil temos o Centro de Valorização da Vida (CVV), uma ONG que oferece serviço gratuito e voluntário, sob total sigilo, de apoio emocional e prevenção do suicídio via chat, telefone, Skype e email.

Esperamos ajudar vinculando informação e apoio. Caso queira receber nosso conteúdo exclusivo, siga nossa Newsletter aqui.

Informações adicionais:

Cartilha sobre suicídio que o conselho Federal de Medicina distribui gratuitamente: http://www.flip3d.com.br/web/pub/cfm/index9/?numero=14#page/1

O primeiro relatório sobre suicídio no mundo da OMS: http://www.who.int/mental_health/suicide-prevention/world_report_2014/en/

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7 motivos para investir em capacitação de Advanced Analytics em 2018.

7 motivos para investir em capacitação de Advanced Analytics em 2018.

Falando em capacitação, de acordo com o IDC Brasil:

“Big Data Analytics e Computação Cognitiva/IA são os assuntos que devem dominar as pautas e investimentos das empresas que querem se mover rápido rumo à transformação digital em 2018. (…) os serviços de consultoria relacionados a Big Data/Analytics vão crescer cerca de 18% em relação a 2017, e os gastos totais, incluindo infraestrutura, software e serviços vão atingir US$3,2 bilhões no país.”

Fonte: Bitmag

Começamos esse post mostrando aquilo que todo mundo gosta de ver, números grandes de muitos dígitos que representam muito dinheiro (Rá!), e esses números refletem apenas uma pequena parte de todo um mercado mundial que não para de crescer e inovar.

E se você está lendo este post, acredita, assim como nós, na necessidade latente de estarmos todos preparados para faturar uma fatia deste bolo. Portanto, elencamos 7 motivos para você investir em capacitação no mercado do futuro (que já é presente).

Fuja do óbvio.

96% dos projetos de analytics encontram o óbvio ou algo que não gera real valor para os negócios.

Parte do motivo deste acontecimento é o fato da equipe de cientistas olhar com os mesmos olhos para muitos dados, aqui na Aquarela chamamos esse processo de Paráliseparada por excesso de análise.

Portanto, trazer novas ferramentas e métodos de observação (inteligência artificial e machine learning por exemplo) ajudam o time a pensar fora da caixa, investir em novas abordagens para problemas antigos ou recorrentes ajudam o seu negócio a fugir destes 96% e se encontrar nos gloriosos 4% de sucesso 😉

Time is money.

Somos a linha de frente da indústria 4.0, o futuro é agora, e otimização é palavra chave. Por isso existe a necessidade latente de extração de valor no menor tempo possível.

O mercado procura formas de internalizar os processos de analytics criando ou aprimorando suas equipes de cientistas de dados, devido principalmente ao caráter estratégico do tema, e pela comodidade de ter “dentro de casa” uma equipe que já trabalha focada nos processos mais modernos de análise de dados, agregando valor tecnológico (e estratégico) ao negócio.

Saiba o “feijão com arroz”.

Nem todo mundo trabalha diretamente com administração ou finanças, certo? Mas mesmo assim todo mundo sabe, mesmo que basicamente, usar o excel.

Seguindo essa analogia, o mercado de analytics vai exigir (e já exige) que todos saibam e entendam das novas tecnologias sobre advanced analytics, big data, indústria 4.0, internet das coisas, e assim por diante.

Portanto, se você pretende fazer parte deste mercado, procure saber mais e melhor, porque circulando por aí já sabemos que analytics é assunto quente. E para ajudá-lo a entender esse mercado, preparamos um guia com alguns fundamentos sobre a cultura de data analytics -> baixe agora!

Encontre o pote de ouro no seu arco-íris.

Muitos clientes que nos procuram já tem uma base de dados estruturada, nem sempre organizada, mas ela está lá, esperando que alguém veja nela uma oportunidade de melhorar, criar novos (ou remover antigos) processos, otimizar ações, e principalmente, gerar valor.

Em praticamente qualquer setor (e-commerce, varejo, saúde, entretenimento, indústria manufatureira, logística…) pode encontrar em sua base de dados novas formas de fazer negócio, seja investindo em novos horizontes ou otimizando as frentes que já existem. Temos um infográfico que fala mais sobre isso – baixe agora!

Automatize ações táticas.

Criar estratégias baseadas em inteligência artificial já uma realidade de mercado.

Por exemplo: a estratégia é reduzir o CAC (custo de aquisição de cliente), utilizando advanced analytics é possível colocar em produção um sistema de qualificação ativa de Leads, que aponta para os clientes mais propensos à conversão, baseando-se em informações existentes que você (empresa) já possui.

Em outro exemplo, a Prefeitura de Vitória (ES) conseguiu reduzir o índice de falta nos agendamentos médicos da rede pública de saúde apenas analisando o perfil dos pacientes cadastrados na base do município, utilizando Advanced analytics e a plataforma VORTX,  leia mais sobre este caso real em nosso blog.

Capacitação = Impulsione sua carreira.

Se otimizar processos é um diferencial competitivo, imagine saber fazer isso da melhor maneira possível. Desenvolvendo novas habilidades e aperfeiçoando as que já tem. Esse investimento favorece a perspectiva de crescimento pessoal e profissional, aumentando as oportunidades de empregabilidade e networking.

Se você está migrando de área e sente-se perdido, sem um ponto de start, nós desenvolvemos um curso de introdução à cultura de data analytics e inteligência artificial que te levará ao caminho das primeiras pedras dentro deste mercado em crescente expansão.

Esta capacitação é voltada para você que quer entender melhor como funciona a inteligência artificial aplicada a análise de dados, sem rodeios ou discursos vazios, mostramos ferramentas e métodos práticos que são moldáveis a sua estratégia de negócio.

Damos uma visão geral de como o mercado está se transformando em volta do Data Analytics, utilizando nossa metodologia DCIM, mostramos como você pode construir o caminho para um projeto de Analytics de sucesso.

Alcance seu propósito

Faça os dados trabalharem para você na busca de seu propósito, seja de sua carreira, de seu produto, departamento, Startup ou Corporação.

A automação da capacidade de ação é a grande alavanca da 4ª revolução industrial , assim usar o poder dos dados na melhoria da qualidade de produtos e serviços existentes ou ainda na criação de novas oportunidades totalmente novas é feita a partir das possibilidades desveladas pelos dados que estão à sua disposição hoje, seja na Internet e/ou nos bancos de dados de sua empresa.

Colocá-los para trabalhar para você é o que se faz com o uso das técnicas de Advanced Analytics e IA, dê o primeiro passo, o melhor momento é sempre: o agora!

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4 Filmes para inspirar o Cientista de Dados dentro de você

4 Filmes para inspirar o Cientista de Dados dentro de você

Gostamos de analogias, principalmente de filmes e livros, para explicar coisas complexas ou difíceis de palpar.

Quando assistimos um filme logo fazemos uma referência com algo do nosso dia a dia, nos identificamos com os sentimentos ou vivências dos personagens ou também nada disso, mas achamos legal. Um ponto é certo, a vida real é bem menos romantizada e às vezes os resultados são frustrantes, escrevemos mais sobre isso neste post.

Perguntamos para a nossa equipe qual filme vinha à mente ao falarmos de “ciência de dados”, o que rendeu uma lista considerável. Dessa selecionamos o top 4 e mais 3 bônus (MUITO BONS).

Nossa lista não é obrigatória, mas que promove uma inspiração, haaa…isso sim.  

Buscamos fugir de ficção científica (apesar de gostarmos bastante) para dar ênfase no potencial humano para criar algo maior do que ele mesmo.

Cuidado, pode conter spoilers!

O homem que mudou o jogo /  Moneyball

O filme é baseado na história real de Billy Beane, retratada por Michael Lewis no livro “Moneyball: The Art of Winning an Unfair Game“. O grande desafio de Billy foi de construir um time de beisebol competitivo para a temporada de 2002.

Um treinador visionário que fundamentou suas escolhas baseadas em estatística e análises de dados para melhorar a performance do seu time. Ele contratou um cientista que estudou a porcentagem de acerto dos jogadores, substituindo assim o sexto sentido ancorado em expectativas dos olheiros.

Claro que isso gerou problemas para Billy, pois algumas decisões pareciam contra intuitivas.

Os desafios levantados no filme que muitos cientistas de dados da vida real encaram (saiba mais aqui): 

Link para o Youtube.

O jogo da imitação

O filme tem como protagonista Alan Turing, que na Segunda Guerra Mundial fez parte de uma equipe para decodificar a complexa máquina de criptografia usada pelos nazistas.

Com esses conhecimentos Turing abriu o caminho para o estudo da Inteligência Artificial. Além disso O Jogo da Imitação tem outras lições para quem trabalha com dados:

  • Precisaram muitas tentativas e erros para conseguirem chegar ao resultado esperado. Trabalhar com dados pode gerar mais frustrações do que ganhos.
  • Um cuidado importante é se despir de crenças pessoais ao analisar dados, pois corremos o risco de ver apenas o que queremos. Algumas vezes a verdade é dolorosa e fugimos dela.
  • O grande desafio era prever o próximo passo dos nazistas.
  • O custo da inovação e os limites da paciência ( aqui tem dicas valiosas para lidar com isso ).

Link para o Youtube.

Uma mente brilhante

A história do matemático John Forbes Nash foi retratada no filme “Uma mente brilhante”. O filme trata das grandes contribuições acadêmicas de Nash, especialmente acerca da Teoria dos Jogos, mas também relata os dramas psiquiátricos que passou.

John Nash passou por sofrimento psíquico causado pelos sintomas da Esquizofrenia, uma doença que deve ser levada a sério.

O que queremos ressaltar aqui é a questão psicológica envolvida na descoberta de modelos. Um filme interessante para mostrar como é ou pode ser a cabeça dos cientistas de dados que vivem 24 horas por dia em busca de padrões complexos da realidade. O desafio matemático pode gerar sofrimento para muitos profissionais.

Link para o Youtube – completo e legendado.

21 | Quebrando a Banca

Um professor de matemática e estatística ensina seus alunos a buscar padrões nos jogos de cassinos em Las Vegas, assim oferecendo uma grande chance de aumentar as probabilidades de ganhar.

Tiveram grande sucesso, mas os cassinos também utilizam estatísticas nesta corrida por informação.

Link para o Youtube.

3 Bônus incríveis!

O Barão de Mauá: é dedicado para aqueles interessados em empreender e entender um pouco mais história industrial e comercial no Brasil. Desde seus estudos de contabilidade e idiomas, o Barão de Mauá foi além do seu tempo, sem nunca deixar de olhar para os dados. Ver no Youtube.

Biografia de Florence Nightingale: a primeira mulher a mudar o rumo da história (fatos reais) e dos cuidados médicos no mundo para sempre utilizando estatística, técnicas de visualização e muita resiliência. Tudo que analistas (cientistas) de dados precisam. Ver no Youtube

Ainda sobre ela, tem “O diagrama de Florence” que resume a história da Florence e mostra a importância da estratégia de visualização de dados para a tomada de decisão.  Link para o Youtube.

Espero que gostem das nossas dicas. Até o próximo!

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Dramas comuns na implementação da cultura de Data Analytics

Dramas comuns na implementação da cultura de Data Analytics

Nos últimos 4 anos, nós da Aquarela fizemos um levantamento sobre o mercado de análise de dados e sua cultura dentro das organizações. Descobrimos alguns padrões interessantes sobre os dramas mais comuns que conduzem à dificuldade de retornar os investimentos de data analytics. Menos de 4% dos projetos de analytics retornam o investimento. Como o tempo é cada vez mais curto, tanto para quem escreve como para quem lê, seguem as informações resumidas sobre esses padrões.

Padrões e dramas comuns na análise de dados dentro das empresas

Piá do Excel

O piá do Excel (guri, rapaz ou menino – dependendo da região do país), é um tipo típico nas empresas. Sua função é ser uma prótese cognitiva que concatena informação e memoriza fórmulas e processos para tornar refém todas as pessoas ao seu redor. Por isso ele é muito respeitado, admirado e conhecido. Sua saída implica, em alguns casos, em pânico, confusão e até pressão alta.

Capoeiras Cognitivas

A dança/luta física e ritmada da capoeira é uma atividade mental altamente valorizada e necessária para conseguirmos administrar tantas informações de tantas formas e em tão pouco tempo para gerar uma conclusão relevante ao final. A capoeira cognitiva é importante para administrar a parálise (paralisia por excesso de análise)

Uma andorinha não faz verão

Tipicamente se busca uma única resposta para todos os problemas. A única forma de se resolver problemas sistêmicos é atacando-os de forma sistêmica com a menor dependência possível do piá do Excel. Geralmente acontece o inverso causando problemas para ambos.

Problemas de causa e efeito

Todo analista de dados precisa validar suas hipóteses e refletir bastante sobre a relação de causa e efeito das decisões. Por exemplo, o bom analista de dados sabe que uma andorinha não faz verão. Sabe que todas elas juntas também não, pois o verão é causando por outros fatores.

Desalinhamentos entre software e software (isso mesmo Software e Software)

Compramos o melhor piano da loja e na próxima semana vamos mostrar suas composições aos clientes que já estão confirmando a presença no evento.

Altere a palavra piano por software, composições por relatório e evento por reunião imaginando que nunca houve um piano na empresa e que poucos funcionários estudaram música. Sair mudando softwares e processos sem uma orientação arquitetural de análise é um risco parecido.

Como resolver essas questões dentro da sua própria empresa?

Temos a visão que o processo de análise de dados deve ser amarrado à cultura organizacional e compartilhada com todos dos papéis e em todos os níveis da empresa. 

Com a proposta de auxiliar nessa busca, de forma introdutória, mas estruturada e tangível, elaboramos a metodologia DCIM (Data Culture Introduction Metodology) a qual é apresentada no curso “Introdução à Cultura de Data Analytics com IA” com um foco bastante introdutório e didático, que faz os alunos aprenderem colocando a mão na massa e resolvendo problemas informacionais imediatamente.

Os técnicos e gestores podem se beneficiar melhorando sua comunicação sobre estratégias de dados de acordo com os níveis de maturidade de dados da gestão da empresa. A importância destas habilidades estão relatadas no artigo “O Profissional de Data Science na visão da Aquarela”.

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