Mulheres líderes que impactam o mundo Tech

Mulheres líderes que impactam o mundo Tech

Estamos aqui pensando muito em como falar sobre as mulheres líderes na área de tecnologia sem ser clichê, sem falar o que já foi dito. Mas também o que veio à mesa é que, mesmo já sendo dito tantas vezes, por que ainda não é suficiente? Acreditamos que, na grande maioria das empresas, principalmente de tecnologia, a preocupação de diversidade no time e nas lideranças é algo recorrente. 

A melhor maneira que encontramos foi de inspirar meninas e mulheres por aí sobre a gama de possibilidades que existem no mundo tech, e que mulheres terem dificuldade em exatas é mito!

Convidamos nossas mulheres líderes para falarmos sobre projetos de sucesso e de aprendizados, sim, porque falamos muito dos acertos, mas também é legal falarmos das vezes que as coisas não saíram como desejado e isso é super normal. Saber que haverá frustrações nos prepara para elas e nos torna resilientes para não desistir.

Nossas líderes

Janaína Pereira

Quem é de humanas tem espaço na tecnologia, tanto para migrar de profissão, quanto para utilizar conhecimentos para melhorar as análises de dados do setor. Para Janaína, as mudanças são algo que naturalmente assustam qualquer pessoa, entretanto, quando se refere ao mercado de trabalho, ela vê desafios e possibilidades. Estar em contato há tão pouco tempo com o mundo tecnológico é algo novo, instigante e desafiador para ela, ainda mais por não estar familiarizada com números e fórmulas. Porém, é neste universo, o qual admira, que ela vê o seu futuro e crescimento. 

“É gratificante fazer parte disso como indivíduo, e principalmente como mulher. Sinto orgulho de estar inserida no mundo tech e com perspectiva de aprendizados e conquistas.” 

Janaina Escorteganha- Líder de Departamento Pessoal na Aquarela Analytics.

A nossa líder de Departamento Pessoal ainda acrescentou que, embora as áreas de People e DP não trabalhem diretamente com códigos, isso não quer dizer que não é possível aprender sobre eles. Para ela, é preciso de novos conhecimentos para ter um desempenho melhor a cada dia. 

Ana Bagatini

Para Ana Claudia, a função do Marketing consiste em auxiliar a empresa a compreender o mercado e a satisfazer as necessidades e desejos do seu público, criando e comunicando valor a ele. Para ela, é preciso conhecer a fundo a organização, o setor em que a empresa atua, suas vantagens competitivas, o público-alvo, a concorrência, e, principalmente, seus produtos/serviços. 

É nesse contexto que estar à frente do Marketing de uma empresa do setor tecnológico tornou-se um desafio e, ao mesmo tempo, uma grande oportunidade para Ana, pois se trata de um novo mundo a ser explorado: de códigos, lógica e de termos desconhecidos para alguém com formação em comunicação. Nossa líder do Marketing ainda ressaltou que isso a motiva diariamente, fazendo com que ela saia da zona de conforto em busca de novos aprendizados, que vão contribuir para o seu crescimento pessoal e profissional.

“Espero que o meu depoimento sirva como inspiração para meninas e mulheres que desejam ingressar no mercado de trabalho, principalmente na área de tecnologia. Deixo a minha homenagem e gratidão a todas as mulheres que fizeram história e que abriram caminhos para que hoje mulheres como eu estejam no mercado de trabalho e ocupando cargos de liderança. Às mulheres que desejam fazer parte do mundo Tech, preparem-se para desafios, mas também para grandes conquistas. Sejam bem-vindas!”

Ana Claudia Bagatini – Líder de Marketing na Aquarela Analytics

Caroline Zago 

Sabemos que a presença de mulheres no mercado de trabalho é desigual diante da presença masculina em todas as áreas, mas principalmente na área de tecnologia. Para Caroline Zago, nossa líder de DevOps, essa realidade não é diferente quando se trata de mulheres na programação. Para Carol, apesar das dificuldades e diferenças, a presença feminina nessa área vem crescendo. Ela reforçou a importância do incentivo para que as mulheres aprendam programação, como: grupos de estudos, grupos de apoio nas redes sociais, acelerações, bootcamps e até mesmo programas de contratações voltados para mulheres. 

“É desafiador e gratificante estar nesse meio. Sempre é bom poder buscar inspirações por meio de histórias e relatos de outras mulheres que conseguiram chegar longe e mostraram que o caminho é viável mesmo com momentos ruins. A realidade do mercado de trabalho pode sim continuar melhorando!”

Caroline Zago – Cientista de Dados e Líder DevOps na Aquarela Analytics

Daniela Zanesco

A nossa líder de People teve a sua primeira experiência na área de tecnologia na Aquarela. Ela contou que, a primeira vez em que eu abriu uma vaga de Cientista de Dados, sentiu como se aquelas linguagens e ferramentas fossem um bicho de sete cabeças. Tudo parecia muito complexo. Entretanto, ela se surpreendeu com a receptividade do seu time e da comunidade da qual começou a fazer parte.

“Sei que sou sortuda por isso, imagino que nem todas não tiveram a mesma sorte que eu. Sempre encontrei pessoas dispostas a me ensinar e compreensivas quando eu não sabia algo. Quando aprendi Python e R com as comunidades da Pyladies e Rladies, eu encontrei muito amor e paciência, desde instalar um programa até as linhas de código. E é isso que acho mais bonito no mundo da tecnologia.”

Daniela Zanesco – Líder de People Manager na Aquarela Analytics.

Dani também destacou que, mesmo ainda recebendo 100 currículos de homens para cada um de mulher, há muitas pessoas falando sobre isso, ensinando mulheres, dando espaço para elas.

“Quando entrevista uma desenvolvedora ou cientista de dados, eu ganho meu dia.”

Citações que dá gosto de ler

Se tem uma autora que esse time ama e idolatra é a autora nigeriana, Chimamanda Ngozi Adichie. Sério! Leiam os livros dela. Tem um, em especial: Sejamos Todos Feministas. Se você não conhece ainda, tem esse TEDx maravilhoso dela.

Ainda sobre livros, “O Clube da Luta Feminista – um manual de sobrevivência para um ambiente de trabalho machista, da Jessica Bennett, elenca vários conselhos para ajudar no empoderamento da colega. Separamos dois que, ainda mais em momento de home office e videochamadas, fazem toda a diferença: “Em se tratando de trabalho, os homens falam mais que as mulheres, e muitas vezes nem têm noção disso. Então, deixe elas falarem!” e “Incentive as mulheres a participarem de reuniões, quando tem outras mulheres, elas se sentem mais confortáveis em falarem”.

Promover a diversidade dá dinheiro! Este artigo lindo de se ler mostra que empresas que têm maior diversidade de gênero têm mais lucro.

Mulher, o nosso abraço

Finalizamos essa matéria inspiradora parabenizando todas as mulheres que nos inspiram e nos deram apoio ao longo de toda a nossa vida. Parabéns às nossas mães e avós, que sentiram na pele o peso da sobrecarga doméstica; às mães solos; às mulheres com dupla jornada, àquelas que fazem avanços na ciência e tecnologia, enfim, a todas que, de alguma forma, nos ensinam e inspiram. Um abraço bem apertado em cada uma de vocês e estamos juntas, unidas! Vamos continuar a deixar o mundo melhor.

Gostou do nosso artigo? Compartilhe e deixe seu comentário.

Leia também: Mulheres na tecnologia: desafios e oportunidades

Quem é a Aquarela Analytics?

A Aquarela Analytics é pioneira e referência nacional na aplicação de Inteligência Artificial na indústria e em grandes empresas. Por meio da plataforma Vortx e da metodologia DCIM (Download e-book gratuito), atende clientes importantes, como: Embraer (aeroespacial), Grupo Randon (automotivo), Solar Br Coca-Cola (alimentício), Hospital das Clínicas (saúde), NTS-Brasil (óleo e gás), Votorantim (energia), dentre outros.

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Como é trabalhar de Dev Python na Aquarela

Como é trabalhar de Dev Python na Aquarela

Sabemos que é bem abrangente ser Dev Python na área de dados. Cada empresa emprega tecnologias, metodologias e trabalham com produtos diferentes. O dia a dia do desenvolvedor muda de empresa para empresa, por isso chamamos a nossa Cientista de Dados, Caroline Zago, para explicar melhor como é trabalhar na Aquarela.

1 – Carol, o que o Dev Python vai utilizar e desenvolver aqui?

Na Aquarela, o Dev Python desenvolve softwares voltados para a área de ciência de dados, machine learning e Inteligência Artificial. Além do desenvolvimento de REST APIs, utilizando conceitos de engenharia de software, participa do processo de análise de dados, extração e limpeza de dados (ETL), implementação e integração de workflows.

2 – Como é o dia-a-dia do Dev Python aqui na Aquarela?

O Dev Python participa de projetos voltados para diversas áreas envolvendo dados, com diferentes problemas de negócio, integrando um Squad (time) que trabalha utilizando metodologias ágeis (Scrum e DCIM) e aplicando o ciclo DevOps, com um trabalho dinâmico que envolve desde o desenvolvimento até a parte operacional. Estamos em home office e continuaremos assim mesmo após a pandemia acabar, então utilizamos várias ferramentas, de maioria da Google, para comunicação escrita ou videochamadas e a agenda é uma ferramenta essencial para o nosso trabalho, então nossos talentos tem que ser organizados.

3 – Quais os conhecimentos básicos para ser Aquarelades?

Os conhecimentos necessários para integrar o time de desenvolvedores na Aquarela envolvem o conhecimento da linguagem Python, Docker, ferramentas de versionamento de código (Git), Banco de dados (SQL e NoSQL), Linux, conceitos de engenharia de software, metodologia de testes de código e padrões de segurança. Claro que, se não souber alguns desses, mas tenha vontade de aprender, somos abertos para oferecer esse tempo da curva de aprendizado.

4 – Como é vivenciar a cultura da Aquarela? 

Nós trabalhamos o tempo todo em equipe. Tem muita troca de aprendizados, de ideias e colocamos juntos a “mão na massa”. Valorizamos muito o que chamamos de capoeira cognitiva, autodidatismo e cuidado com o colega. Além disso, nós estamos em conformidade com a LGPD. É muito gratificante trabalhar em uma empresa ética, que tem o propósito bem claro de aumentar a inteligência do mundo.

Gostou da nossa conversa?

Convidamos a Carol para falar porque gostaríamos que vocês olhassem para a vaga com os olhos de quem vivencia no dia-a-dia o desenvolvimento aqui, na Aquarela, além da visão de People. Então, se você gostou e se identificou com o que a gente faz, envie seu currículo em nosso site. E venha com a gente impactar diretamente o PIB brasileiro, trabalhando com grandes clientes.

Quem é a Aquarela Analytics?

A Aquarela Analytics é pioneira e referência nacional na aplicação de Inteligência Artificial na indústria e em grandes empresas. Por meio da plataforma Vortx e da metodologia DCIM (Download e-book gratuito), atende clientes importantes, como: Embraer (aeroespacial), Grupo Randon (automotivo), Solar Br Coca-Cola (alimentício), Hospital das Clínicas (saúde), NTS-Brasil (óleo e gás), Votorantim (energia), dentre outros.

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Janeiro Branco: mês da saúde mental

Janeiro Branco: mês da saúde mental

Já estamos acostumados a ter meses específicos para algo da saúde, como o Outubro Rosa, campanha que promove a conscientização sobre o câncer de mama; o Novembro Azul, voltado ao câncer de próstata; e o Dezembro Vermelho, mês dedicado à prevenção da AIDS. Sendo assim, neste mês não podemos deixar de falar de uma campanha muito importante, o Janeiro Branco, que propõe um debate e reflexão sobre Saúde Mental. Pensando nisso, convidamos algumas psicólogas para sanar dúvidas e até trazer alguns fatos e dicas interessantes. Confira no texto.

Saúde mental: vamos falar sobre isso?

Estamos acostumados a sermos bombardeados por informações e até ações publicitárias para cuidar do corpo, o que é lógico e muito importante. Porém, já dizia o poeta Juvenal, “Mens sana in corpore sano”, ou seja, “Mente sã, corpo são”. Assim, é fundamental olhar para o todo, o cuidado com a saúde mental como parte do cuidado da saúde física. 

Nunca tivemos tanta informação, tanto conhecimento à disposição, como hoje em dia. São inúmeros artigos, podcasts e vídeos abordando saúde mental, psicoterapia e afins. É só dar um Google. Mas você que está lendo isto e eu, que estou escrevendo, ainda somos uma parcela privilegiada com acesso à informação de qualidade. Ainda, há muitas pessoas com dúvidas sobre o que é psicoterapia, que ainda têm falsas crenças acerca de depressão, ansiedade e outros. Aqui, não pretendemos sanar todas essas dúvidas, mas trazer alguma informação do porquê ainda precisamos falar sobre saúde mental e também instigar a procura por mais conteúdos sobre o assunto.

Diferença entre Setembro Amarelo e Janeiro Branco

Na Aquarela, quando falamos sobre o Janeiro Branco, nos perguntaram: “Mas nós tivemos rodas de conversas e um projeto voltado para a saúde mental lá em setembro. O Setembro Amarelo é a mesma coisa?”. Então, o Setembro Amarelo é o mês de conscientização e prevenção ao suicídio, algo muito sério e que há muito pouco tempo tem seu próprio espaço para a discussão e orientações para a prevenção.  

O Janeiro Branco é o mês de debate e conscientização sobre a Saúde Mental. A campanha traz à luz tanto a pessoa que está passando por sofrimento psíquico, ao saber que existem diversas possibilidades de tratamento, quanto as pessoas que têm amigos, colegas ou familiares que estão passando por depressão ou ansiedade, e não sabem como lidar com elas ou como ajudá-las.

Falar de saúde mental é mais do que ausência de doenças mentais, é abranger a discussão para o bem-estar e qualidade de vida. É saber que temos nossas limitações, que é normal termos momentos menos produtivos e de sentimentos de tristeza.  

Saúde mental em tempo de pandemia

No último ano, vivenciamos momentos de angústias, incertezas e perdas, devido à pandemia do Coronavírus, que causou impactos em diferentes âmbitos. Isso afetou a saúde mental das pessoas, resultando em frequentes crises de ansiedade, sentimentos de tristeza e depressão.

O isolamento social contribuiu ainda para que os tratamentos psicológicos que já vinham sendo realizados fossem interrompidos devido à quarentena, ocasionando aumento nos índices dos transtornos mentais e demais sintomas recorrentes. Conforme o estudo realizado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) sobre o comportamento dos brasileiros durante o isolamento, os casos de depressão aumentaram 90% e o número de pessoas que relataram sintomas como crise de ansiedade e estresse agudo mais que dobrou entre os meses de março e abril de 2020.

Mesmo diante de todo este contexto, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) ressalta que nem todos os problemas psicológicos e sociais poderão ser qualificados como doenças. A maioria será classificada como reações normais diante de uma situação anormal. Sentimentos de impotência em relação aos acontecimentos, solidão, irritabilidade, angústia, tristeza e raiva são reações comuns a esse cenário de instabilidade.

Um conjunto de sentimentos que aumentou muito em tempos de pandemia é chamado de Cabin Fever (algo como febre de cabine), que é quando a pessoa fica isolada e experimenta sentimentos como irritação, inquietação e sensação de claustrofobia. Não é uma doença, mas envolve sentimentos que levam ao adoecimento e até decisões irracionais. Por isso, salientamos que é de suma importância estarmos atentos aos sintomas e aos comportamentos que possam caracterizar ou desencadear transtornos mentais, lembrando sempre que o cuidado com a saúde mental é primordial em qualquer momento.

Tecnologia e Saúde Mental

Muitos livros e filmes sobre IA e de um futuro distópico mostram a tecnologia como a vilã que provoca até o adoecimento mental dos seres humanos. Claro que se houver uma evolução tecnológica não pautada na ética, pode acontecer mesmo, mas isso é assunto para um outro artigo. Aqui, queremos mostrar que já existem muitos benefícios, ideias e projetos que estão dando qualidade de vida, oferecendo suporte e sendo ferramenta de tratamentos.

A primeira dela, e acho que a mais usada atualmente, é fazer psicoterapia online. Como falamos acima, a pandemia causou muito impacto na saúde mental da população, e quem teve oportunidade e recurso para fazer psicoterapia online, fez. Os profissionais da psicologia se adaptaram e as videochamadas tornaram-se grandes aliadas na continuidade e no começo de tratamentos psicológicos. Aumentou o número de plataformas que oferecem o serviço, tipo “classificados de psicoterapeutas”, em que você escolhe a especialização e horários conforme a sua demanda, disponibilidade e orçamento.

Além disso, para a manutenção do bem-estar, temos diversos aplicativos de celular que motivam e ajudam a manter hábitos saudáveis ou orientam a lidar com momentos ansiosos. Eles vão de guias de meditação, mindfulness, até auxílio em tarefas simples, como tomar banho, mas que pode ser algo penoso e difícil para pessoas com humor deprimido.

No ano passado, na Aquarela, criamos um projeto interno chamado Acolher, no qual um psicólogo do trabalho realizava grupos de conversa para falar sobre os sentimentos dos colaboradores acerca do isolamento social e do home office. Essa demanda surgiu depois de muitos relatos de colegas que sentiam muita falta do contato humano, dos nossos cafés da tarde e happy hour, interações que sempre foram muito divertidas por aqui, e que as videochamadas não conseguiram suprir.

O acesso à tecnologia e às ferramentas tecnológicas para o trabalho não significa necessariamente qualidade de trabalho, como trata o Sistema Sociotécnico, por isso é importante olharmos como um meio importante, mas sempre focando no grupo de pessoas.

Cuide-se

Concluímos por aqui, mas teríamos muito para escrever e discutir, pois temos uma complexidade enorme. Somos influenciados pelos nossos relacionamentos, pelo meio em que vivemos, pela situação política, por aspectos econômicos, pelas redes sociais. Tudo nos influencia o tempo todo, algumas vezes diretamente, outras indiretamente. Então, falar de saúde mental pode se tornar algo muito amplo. Nesse contexto, o Janeiro Branco traz a proposta de falar sobre o assunto como um todo. A campanha surge para nos auxiliar a identificar se precisamos de ajuda ou para apoiar uma pessoa próxima que esteja passando por um adoecimento psíquico.

A internet está cheia de bons conteúdos. Então, pesquise, tire todas as dúvidas e não tenha medo de procurar ajuda. Existem pessoas preparadas tecnicamente para te acolher e encaminhar para o tratamento adequado. Cuide-se.  

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As 4 invenções preferidas do  time Aquarela

As 4 invenções preferidas do time Aquarela

Para a Aquarela, novembro é o mês da inovação, já que temos várias datas que nos remete para o assunto, como o Dia do Inventor (04/11) e o Dia da Criatividade (17/11). Por isso, pensando em prestigiar essas datas, perguntamos ao nosso time sobre as invenções que mais impactam no dia-a-dia. Como esperávamos, a lista foi grande, entretanto vamos mostrar as mais comentadas (desculpa plástico-bolha, você fica para a próxima).

Criatividade coletiva e indústria

As invenções são a força motriz para o desenvolvimento de uma sociedade. Se formos pensar em aspecto histórico, as revoluções industriais são segmentadas a partir de novas invenções. Nós escrevemos um artigo sobre a Indústria 4.0 e a transformação digital.

Inventar não é somente criar algo do zero, pode ser o aperfeiçoamento do que já existe, seja tecnologia ou processos. Para isso, é necessário conhecimento, tentativas e consequentemente persistência e claro: uma dose de criatividade.

Quando falamos de criatividade, não excluímos processo e método, mas incluímos o uso de conhecimentos e vivências para insights. Por exemplo, a internet, ela não tem um inventor apenas, foram várias pessoas que contribuíram para essa ferramenta que hoje não vivemos sem.

Invenções que amamos

1 – Conexão Wireless

Ninguém consegue viver sem internet hoje em dia, não é mesmo? A tecnologia que permite a conexão à internet sem o uso de cabos foi fundamental para revolucionar a sociedade. 

A conexão wireless surgiu durante a Segunda Guerra Mundial, quando Hedy Lamarr, uma atriz de Hollywood, criou um sistema de comunicação para as Forças Armadas dos Estados Unidos que permitia controlar torpedos à distância, alterando os canais de frequência de rádio para que não fossem interceptados pelo inimigo. Essa invenção foi a base para a invenção do Wi-Fi e também da atual telefonia celular.

Hedy Lamar, inventora da wireless
Hedy Lamarr – Foto: https://www.theguardian.com/film/2018/mar/09/bombshell-the-hedy-lamarr-story-review-alexandra-dean

2 – Ar-condicionado

O inventor que falaremos agora é o queridinho do pessoal nos dias mais quentes, seja para resfriar as máquinas ou refrescar o ambiente. 

O ar-condicionado foi inventado em 1902, pelo americano Willis Carrier. A invenção surgiu a partir da necessidade de resolver os problemas de uma empresa de impressão causados pelo calor do verão de Nova Iorque.

A ideia consistia em retirar a umidade da fábrica fazendo o resfriamento do ar por meio de dutos artificialmente resfriados a fim de controlar a temperatura e a umidade do ambiente. A invenção foi tão boa que logo foi empregada na indústria têxtil.

Willis Carrier - invenções que amamos
Willis Carrier – Foto: williscarrier.com

3 – Compiladores

A americana Grace Hopper foi a inventora do primeiro compilador para linguagem de programação, o que possibilitou a criação do COBOL, a primeira linguagem para uso comercial. Existe uma lenda que ela também cunhou o termo “bug”, após constatar que havia uma mariposa causando problemas dentro de uma máquina.

Ela era/é conhecida como Amazing Grace e era PhD em matemática, Almirante e Analista de Sistemas da Marinha dos Estados Unidos e com certeza deixou um lindo legado para a nossa evolução tecnológica.

Grace Hopper
Grace Hopper – Foto: https://www.space.com/34885-grace-hopper-biography.html

4 – Filtro de café

Sabe qual é a poção mágica que movimenta códigos, criatividade e inovação na Aquarela? O café! Não vivemos sem e para representar, temos uma mulher que utilizou a criatividade para resolver um problema.

Melitta Bentz (1873-1950) estava inconformada com o pó do café que ficava na bebida, então ela fez alguns testes com o papel de mata-borrão que seus filhos usavam na escola.

Deu tão certo que em 1908 ela patenteou a invenção e fundou uma empresa, que conhecemos até hoje. Um salve para essa mulher que proporciona diariamente um café bem feitinho.

Melitta Bentz
Melitta Bentz – Foto: https://www.dw.com/en/melitta-bentz-beating-the-grinds/av-42895873

Concluindo

Com certeza, se fossemos citar todas as invenções que nosso time ama, isso não se chamaria post de blog, mas enciclopédia. Contudo, conseguimos elencar as favoritas e vitais em terras Aquareladas. E assim, esperamos instigar a curiosidade de buscar mais sobre essas pessoas célebres e inventoras, além de outras que impactaram tanto em suas eras e que repercutem até hoje, desde o cafezinho para “debugar” aquele código danado, até o papo cabeça sobre Web Semântica.

Este artigo foi curto, mas muito divertido para escrevermos. Agradecemos a todas pessoas leitoras que chegaram até aqui. Comente abaixo, qual é a sua invenção favorita?

Referências:

Livros: 

1001 invenções que mudaram o mundo – Jack Challoner;

Os inovadores – uma biografia da revolução digital – Walter Isaacson;

Blog: Grace Hopper: A mulher que revolucionou o mundo da computação durante décadas.

Quem é a Aquarela Advanced Analytics?

A Aquarela Analytics é pioneira e referência nacional na aplicação de Inteligência Artificial na indústria e em grandes empresas.  Por meio da plataforma Vortx e metodologia DCIM (Download e-book gratuito) atende clientes importantes como  Embraer, Grupo Randon, Solarbr Coca-cola e outros.

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Setembro Amarelo na visão da Aquarela

Setembro Amarelo na visão da Aquarela

Neste mês estamos engajados na campanha para a valorização da vida, trazendo a tona um assunto que deve ser discutido e analisado tanto no contexto da vida pessoal como também profissional.

Neste artigo, apresentamos conceitos do tema e dados estatísticos mais relevantes em nossas pesquisas. Temos o dever de debater o tema para ajudar as pessoas que colorem o nosso país!

Como é entendido o suicídio?

Elaboramos a nossa identidade a partir de relações pessoais, sociais e profissionais e como nos auto-avaliamos em relação ao nosso contexto. Por isso, quando essas visões de identidade são disfuncionais, podem surgir adoecimentos, entre eles a depressão e o pensamento suicida, assim o cuidado com a saúde mental torna-se essencial.

Como nos sentimos afeta tanto a nossa vida privada, quanto profissional. O trabalho representa significados sócio-histórico importantes ao definir o nosso papel dentro da sociedade que ocupamos, como interagimos com o mundo e como as outras pessoas nos veem. 

Assim, o suicídio é um fenômeno complexo e que pode ter diversas determinações, não é simples defini-lo pois a leitura do mesmo é sistêmica. Ele envolve características de aspecto emocional, mental, social e econômica e podemos observar sua presença em todas as culturas e história humana. 

Importante lembrarmos que o indivíduo com ideação suicida é acometido de uma ambivalência de sentimentos, ele não quer morrer, mas quer terminar com a dor psíquica (ou físicas em casos médicos crônicos). Por isso, é necessário o amparo afetivo e psicológico para um tratamento eficaz. O suicídio pode ser prevenido, desde que seja tratado como um caso de saúde pública e haja investimentos em projetos de informação e prevenção. 

Por que temos que falar sobre suicídio?

Como o assunto é visto como um tabu e repleto de preconceitos, o sujeito é visto com estigmas, o que dificulta o pedido de ajuda ou de conversa. Logo, o assunto também costuma ser evitado.

Com o recente isolamento social causado pela pandemia, temos mais presente o sentimento de solidão, com diversas incertezas, excessos de informações, novos formatos de interação (videoconferências, redes sociais) que ameniza, mas não traz aquela sensação boa como é estar cara-a-cara, abraçar e ler o outro de maneira mais próxima. Então, estamos olhando mais para dentro de nós, identificando o que sentimos e é necessário essa abertura para falarmos sobre a nossa saúde mental e entendermos que não precisamos passar por isso sozinhos.

Dados da OMS

Como apaixonados por dados e estatística, buscamos compartilhar alguns dados sobre o tema. Emm síntese, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS):

  • “A cada 40 segundos uma pessoa morre por suicídio”
  • mais de 800 000 pessoas morrem cada ano por suicídio;
  • o suicídio é a segunda principal causa de morte entre jovens com idade entre 15 e 29 anos;
  • considera que apenas 60, dos 172 países membros, enviam dados de boa qualidade, na maioria, nações desenvolvidas;
  • estima-se que 28 países têm estratégias nacionais de prevenção de suicídio;
  • cerca de 75% dos suicídios ocorrem em países de renda média e baixa;
  • os homens de países ricos se suicidam três vezes mais que as mulheres;
  • em países de alta renda o maior índice de suicídio se diz a respeito do abuso de álcool e depressão;
  • 90% dos suicídios podem ser evitados;
  • no Brasil a média é de 6 a 7 mortes por 100 mil habitantes, o que é considerado baixo. Mas este não é um dado muito confiável, pois é preciso melhorar a qualidade dos dados em nosso país.

Inteligência artificial na prevenção ao suicídio

A inteligência artificial (IA) e o poder computacional são duas grandes inovações das últimas décadas. Juntas, essas tecnologias geram  impactos profundos na indústria, logística, sistemas de saúde.  De forma análoga, podem oferecer também a possibilidade de identificar padrões e tendências comportamentais suicidas, guiando as ações de prevenção.

Uma maneira de identificar esses padrões é pelas redes sociais, casos isolados de pessoas que manifestam seus sentimentos em postagens. Neste sentido, a implementação de algoritmos de inteligência artificial e técnicas de analytics podem viabilizar inferências precisas sobre indivíduos que precisam de auxílio. 

O diferencial da abordagem com IA é a capacidade de inferir (descobrir) o comportamento suicida a partir de um volume de dados e de usuários que nenhum humano poderia fazer e ainda ser capaz de gerar alertas de comportamentos em tempo hábil para salvar.  

Joni Hoppen – 2020

Existem muito mais possibilidades com novas tecnologias, com a união de tecnólogos, professores, psicólogos e demais profissionais. Tanto para incluir medidas preventivas e identificar possíveis suicídios, tanto promover um amparo por meio de uma rede de apoio.

Conclusões e recomendações

Desde as escolas até no meio corporativo, o sofrimento mental pode ser silencioso no nosso colega, vizinho ou parente. Por isso, a discussão sobre o assunto estimula a população e instituições a estabelecer estratégias e prevenções, isso inclui iniciativa pública, privada e social.

Para que as pessoas que estão com pensamentos suicidas não tenham vergonha ou medo de procurar um profissional é preciso acolhimento e informação. Por este motivo, é necessário acolher a dor delas, sem julgamentos e preconceitos, mostrando interesse e se dispor presente.

Um dos objetivos de intervenção é recuperar a autoestima, promover o bem-estar mental/emocional e estabelecer vínculos afetivos que possam servir de rede de apoio para o indivíduo e sua identidade.

No Brasil temos o Centro de Valorização da Vida (CVV), uma ONG que oferece serviço gratuito e voluntário, sob total sigilo, de apoio emocional e prevenção do suicídio via chat, telefone, Skype e email.

Esperamos ajudar vinculando informação e apoio. Caso queira receber nosso conteúdo exclusivo, siga nossa Newsletter aqui.

Informações adicionais:

Cartilha sobre suicídio que o conselho Federal de Medicina distribui gratuitamente: http://www.flip3d.com.br/web/pub/cfm/index9/?numero=14#page/1

O primeiro relatório sobre suicídio no mundo da OMS: http://www.who.int/mental_health/suicide-prevention/world_report_2014/en/

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